As exportações brasileiras de produtos beneficiados pelas preferências tarifárias do Acordo Mercosul–União Europeia cresceram 21% entre maio e setembro de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) em 29 de outubro.
Entre os destaques informados pelo ministério estão abacates frescos (+421%), mel (+367%), óleo de milho (+266%) e etanol (+95,2%). Esses percentuais se referem a categorias específicas, e não ao conjunto das exportações brasileiras para a União Europeia. Variações expressivas também podem refletir bases de comparação reduzidas.
A aplicação provisória das disposições comerciais começou em 1º de maio de 2026. A utilização dos benefícios depende do enquadramento tarifário, das regras de origem e das exigências aplicáveis a cada mercadoria.
O que muda para o comércio exterior
Os resultados apontam oportunidades de diversificação comercial, mas não significam que todos os produtos agroindustriais tenham registrado crescimento ou estejam livres de barreiras técnicas e sanitárias. Exportadores precisam avaliar individualmente o código tarifário, a preferência disponível e a documentação exigida.
Fonte primária: MDIC, divulgação de 29/10/2026.



